VEM CONHECER A GENTE

Mulheres no comando

Teresa Piragibe sempre teve um contato muito próximo com a terra. 

Graduada em Economia, Designer de Interiores e cursou Arquitetura e Urbanismo no Rio de Janeiro.

Participante desde 2013, em diversos cursos, apresentações, estudos e vivências em eventos focados em produção, extração e distribuição de óleos essenciais para aromaterapia e produção de perfumaria e higiene. 


Em 2015 inaugura seu projeto - Essência da Bocaina - de plantio orgânico de espécies aromáticas, iniciando a produção de óleos essenciais e hidrolatos a partir de 2016. Em agosto de 2017 deixa a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo decidida a se dedicar integralmente à sua empresa.

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Em 2019 , sua filha e atriz Maytê Piragibe se une como sócia acreditando na potencialidade dos produtos naturais e abraça o Projeto na sua totalidade. Maytê é adepta dos produtos que vêm das plantas e já faz uso há muitos anos. A união traz uma harmonia de pensamentos, honrando esta parceria de mãe e filha. Intercedemos na energia viva da natureza ao bem estar das pessoas.

Como no livro "O Pequeno Príncipe"

“Capela Santa Teresa das Rosas”

A vontade de construir uma capelinha aconteceu desde a aquisição da fazenda em 23 de Maio de 1996. O objetivo da construção além de realizar um sonho, poder oferecer aos seus funcionários e vizinhança local de encontros de pessoas de fé singular.


A planta baixa da capelinha foi posicionada, desenhada e inspirada através de estudos da época Românica da era Medieval. Seria muita ousadia querer fazer tamanha comparação. Absolutamente pensar numa construção pesada com traço caracterizado dessa arquitetura, muito pelo contrário, sua leveza e claridade nota-se no primeiro olhar. Foi sim construída no seu formato cruciforme e o altar voltado para o leste, onde nasce o sol. Uma cruz do tamanho considerável foi pendurada no caibro com fio de aço. Pé direito reflete uma luminosidade ao nascer do sol resplandecendo os raios solares que refletem no vidro amarelo transferindo para a cruz de madeira onde a imagem de Cristo foi recortada, simulando uma aura.


Ao entrar na capela com um planta baixa simples, cultua-se o cristianismo primitivo, baseado no estilo românico que eram realizados com elementos estruturais maciços.


Os Santos escolhidos para adornar a capela cada um com seu significado para os proprietários. A Santa Teresa das Rosas (Santa Terezinha) peça em madeira maciça, a proprietária é devota desde adolescente foi presente de uma amiga e marido muito queridos @fatimafator8 e @luizfernandocarneirodcunha, Santo Antonio pela admiração de sua obra foi presenteada pela irmã @nancipegas e marido Luis Carlos Pegas; São Francisco em madeira pela proteção aos animais da fazenda e Santa Rita de Cássia em madeira, pela fé das pessoas da região, adquiridos pela proprietária. Os presentes não param por aí, parte dos bancos foram oferecidos pela amiga @franciscaromboli e marido @tardina.


A obra foi realizada pelo construtor rural da região, sendo uma mão de obra simples que fluiu com leveza.


Ao entrar na pequena capela, @teresabernardes quem realizou o projeto arquitetônico e acompanhamento da construção queria que houvesse um pequeno impacto de grandiosidade, razão pela qual a cruz sustentada pelo fio de aço resvalasse luz como num conto de fadas. Pequenas seteiras com vidros coloridos são assentadas em todos os lados da construção, inclusive na parede onde a cruz com vidro amarelo foi encravada na parede e no alto onde o pé direito é mais alto, pequenas seteiras estão dispostas.


Do lado esquerdo para quem entra, foi construído uma pequena sacristia com o aproveitamento de pé de máquina de costura antiga, onde deposita uma pequena cuba com torneira para que o padre possa fazer sua higiene e ao lado oposto realizado banheiro.


Sonho realizado!

MUNICÍPIO DE SILVEIRAS - SP E SUA HISTÓRIA

 

Fazenda Pingo do i – Essência da Bocaina, localizada no Município de Silveiras – SP, que faz parte relevante da história do Tropeirismo Paulista e conta com uma natureza encantadora, com lindas cachoeiras, e clima de montanha da Serra da Bocaina.

Rota dos Tropeiros (antiga Estrada São Paulo - Rio de Janeiro), possui um grande valor histórico.

O município foi o primeiro do estado de São Paulo a se transformar em área de proteção ambiental (APA). Na Essência da Bocaina - Fazenda Pingo do i podemos apreciar parte da trilha remanescente dos tropeiros, perto das plantações das lavandas e alecrim. 

A Serra da Bocaina faz parte desde julho de 2019 do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO)

 

                                                        https://silveiras.sp.gov.br/index.php/historia/

Silveiras é localizada num ponto estratégico no rico Vale do Paraíba, distante 3hs da cidade do Rio de Janeiro e de São Paulo capital, interligada através de uma das mais importantes estradas do Brasil denominada Rodovia Presidente Dutra.

Silveiras surgiu no final do século XVIII em torno de um rancho de tropas, o da família Silveira – daí o seu nome. Seus bairros denominados Macacos e Bom Jesus, na encosta da Serra da Bocaina e em direção à Cunha e Paraty surgiram antes, também em torno de tropeiros, já em pleno ciclo de ouro – na saga da “trilha entre Minas Gerais e os portos de Mambucada e Paraty”.

A Revolução Liberal explodiu no Brasil e Silveiras foi palco doloroso de combates. Sangrentos encontros deixaram 56 chefes de família mortos pelas tropas do então Barão de Caxias, na manhã de 12 de julho de 1842, e lá estão as trincheiras para testemunhar aquela tragédia. Essas mesmas trincheiras foram reabertas em 1932 por ocasião da Revolução Constituinte, representando marcas profundas do civismo nesta terra.

 Silveiras no século XIX foi o mais importante núcleo de serviços dedicado ao tropeirismo do Brasil. Nossos “ranchos” atendiam aos tropeiros e suas tropas que faziam as “trilhas do ouro” e da “independência” (São Paulo X Rio de Janeiro – Café).

 

Em 1864, Silveiras passou para Cidade e em 1888 foi implantada a Comarca.

A partir de 1978, um movimento comunitário denominado Silveiras agilizou a valorização do patrimônio cultural e ambiental local, resultando na interrupção da decadência do artesanato, exportado para vários países do mundo. O município recebe turistas nos setores de cultura, história, ecologia, religião, gastronomia e artes populares. Hotéis e Pousadas surgem na zona rural e o turismo rural já se consolida.

No ano de 2021 percebe-se que Silveiras está em evolução, principalmente no turismo, e muitas empresas familiares estão se desenvolvendo na área rural. A Prefeitura atual está valorizando o turismo, oferecendo suporte ao enriquecimento do Município.

Silveiras, hoje, é nosso recanto especial onde investimos nosso tempo e energia, junto com vários outros vizinhos e parceiros, construindo um novo e saudável estilo de viver e produzir.

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